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Introdução
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A virtualização de sistemas pode soar estranho e até obscuro para alguns usuários no primeiro momento. Em outros usuários o assunto inicia uma onda de calafrios principalmente por causa de tentativas frustradas no passado. Hoje tudo mudou (pelo menos em Mac). A instalação de um pequeno aplicativo no Mac OS/X permite que o usuário em pouco tempo tenha qualquer sistema operacional que goste rodando simultâneamente com o sistema nativo ou em outro também virtualizado.
Como tema deste tutorial escolhi a nova versão do Ubuntu, 7.10 por vários motivos: ter sido lançada há menos de uma semana e com isso testar sua estabilidade dentro de uma máquina virtual sendo executada em um computador Macintosh e claro, disponibilizar a informação para outros usuário que, como eu, desejam trocar de plataforma mas não querem perder seu Linux. Este tutorial também foi motivado pelo medo de um grande amigo, Julio Neves que, em viagem ao velho continente, testou um Mac e não gostou pois a resposta dos comandos executados no console era diferentes daquelas que estava acostumada no Linux. Assim, à ele apresento também uma forma de eliminar este porém e, quem sabe, eliminar também o medo de cometer o pecado da maçã.
A peça-chave para “o milagre da multiplicação” chama-se VirtualBox, uma máquina virtual criada pela empresa alemã innotek GmbH que permite ao usuário instalar quantos sistemas operacionais desejar em uma mesma máquina. Disponível para instalação em Mac, Windows e também Linux (várias distros suportadas), a VirtualBox possui uma vantagem sobre a maioria das máquinas virtuais existentes no mercado, sendo o principal motivo para sua escolha dentre várias testadas: está licenciada sob GPL. Com isso não só o código-fonte está assegurado mas também a liberdade tanto desejada por vários usuários.









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