Banho é bom
A trupe toda passando por um belo banho para tirar o pó e se refrescar do calor paulistano.
Mas tem gente que não quer saber muito

A trupe toda passando por um belo banho para tirar o pó e se refrescar do calor paulistano.
Mas tem gente que não quer saber muito

Desde minha “migração” para a plataforma Mac, tornei-me um fã incondicional do Aperture, programa de gerenciamento e edição de fotos da Apple. Há cerca de dez dias a empresa lançou a versão 3 deste aplicativo com mais de 200 novas funcionalidades tais como reconhecimento de face e mapas para a plotagem das fotos. Os mais rápidos vão dizer que são sensacionais estes recursos mesmo sem antes testá-los.
Não gosto muito de usar as versões iniciais de programas pois normalmente possuem uma boa quantidade de bug’s. Mas no caso do Aperture, queria conhecer o que ele tinha de novo e… me estrepei! Literalmente o programa é uma bola de ferro de tão pesado (mais de 600MB em disco), leeeennnntooooooo como uma tartaruga manca mesmo em máquinas boas (acho que a minha é) e pior, crash em quase todos os comandos mais “fortes” (retouch, crop, etc).
Para começar tive que esperar por quase dois dias a migração de minha biblioteca de 35 mil fotos para o novo formato. Paralelamente ao processo de upgrade das fotos, começou o bendito processo de reconhecimento de faces que me deixou louco pois todas as vezes que queria parar o mesmo, ele teimava em continuar. Se não bastasse, qualquer cópia de um conjunto de imagens de um álbum para outro levava uma eternidade, algo extremamente simples na versão anterior. Resumindo, frustrante.
Resolvi então remover o dito cujo da máquina e voltar para a versão anterior, afinal não preciso das 200 novas funcionalidades e tampouco de reconhecimento de face e geomap. E qual não foi a minha surpresa que após a remoção da versão 3, a 2 não mais instalava? Simplesmente “desaparecia” dentro do disco. O resultado foi usar a linha de comando com um find para encontrar resquícios da versão 3, apagá-los e tornar a instalar a 2 que agora funciona maravilhosamente bem como antes.
Lição aprendida: não usar versões novas. Vai dar problema.
Perto de minha casa, encontro este grafite na manhã de hoje. Seria algum fã do Drupal?

Jon maddod Hall
Um dos maiores nomes do software livre mundial está fazendo aniversário hoje. Jon “maddog” Hall, muitas vezes reconhecido por onde passa por sua cara de “papai noel” é figurinha carimbada nas terras tupiniquins, amante das praias catarinenses e pessoa de ótimo trato.
Seu trabalho incansável é de evangelização e apresentação das grandes vantagens do uso do software livre em todas as esferas. Com esta árdua tarefa, maddog já passou por mais de cem países em todos os continentes do mundo levando sua fala mansa e tranquila para milhares de cidades.
Aqui, fica meu registro pela passagem do aniversário deste que tenho o prazer e a permissão de chamar de amigo.
So, happy birthday maddog!