Lançado hoje no mercado mundial o novo celular Neo1973 baseado na plataforma de software livre OpenMoko e hardware FIC que certamente irá agradar todos os hackers.
Depois do Greenphone da Trolltech, é lançado o celular Neo1973; um mix de tecnologia e plataforma aberta pronta para agradar desde o mais chato dos consumidores até o mais nerd dos hackers.
Com um design muito bonito e cores bem escolhidas, ele possui tudo aquilo que qualquer celular decente deve ter: USB, WiFi, Bluetooth, GPRS, AGPS, cartão SD para expansão, quatro bandas GSM e uma grande gama de aplicativos que fazem dele um verdadeiro PIM acionado diretamente por uma tela touchscreen.
Para os hackers de plantão atrativos não faltam. Além do sistema operacional livre, baseado em Linux, existe a possibilidade da compra de um kit avançado de desenvolvimento composto pelo celular, headset, placa de debug, ferramentas, baterias adicionais e outros cacarecos que certamente fazem a diversão do desenvolvimento de aplicações mais interessante ainda. Como pontos negativos ficam a falta de uma câmera fotográfica (que não é tão ruim assim) e a venda somente pela Internet (neste momento).
Tendo um preço inicial de US$ 300,00, baixo para um aparelho com todas as características existentes, o Neo1973 é certamente uma opção muito boa para qualquer hacker Linux que deseja não só usar um aparelho que possa trocar o papel de parede, mas também que possa trocar ícones, programas, cores, telas e tudo mais que desejar.
Interessado? Então clique aqui e corra para adquirir o seu porque o preço vai subir 50% em outubro próximo quando começam as vendas massivas e campanhas de marketing em todo o mundo. Caso ainda esteja em dúvida se o aparelho atende suas necessidades e se é realmente livre, acesse o Wiki do projeto clicando aqui e participe.
Se você está trocando de plataforma de hardware ou pensa em trocar mas tem medo de perder seu Linux, não se preocupe. A partir deste final de semana mostro duas formas de instalar este sistema operacional em máquinas Mac.
Trabalhei por vinte anos na plataforma PC e desde o começo de 2007 estou usando exclusivamente plataforma Macintosh. Confesso que a primeira vista esta mudança me assustava pois imaginava que seria tudo novo mas, duas semanas depois, já estava totalmente ambientado na nova plataforma. Depois disso resolvi ir além e trazer do mundo PC o Ubuntu Linux para afastar de vez a necessidade de voltar às antigas máquinas lentas e feias.
E neste final de semana apresento o primeiro de dois tutorias completos de como instalar o Ubuntu Linux em seu Mac, seja ele MacBook, MacBook Pro, iMac e até mesmo nos pequenos MacMinis. Duas versões para dois tipos de usuários e ambas livres, sem a necessidade de aquisição de nenhuma licença de software. Mas se você não usa Ubuntu, tudo bem. As dicas valerão para qualquer Linux e qualquer Mac com processador Intel.
Então não perca o primeiro tutorial de instalação de Linux em Mac. Definitivamente o melhor de dois mundos ao alcance de seus dedos.
Não é raro me deparar com algum site fora do ar, sejam por motivos técnicos no mesmo ou ainda por erros de programação ou coisa do tipo. Algumas destas mensagens são simplesmente inteligíveis para seres humanos, enquanto outras, aproveitando-se de um momento de profunda inspiração, são verdadeiras obras de arte cômica.
Aqui, algumas das que encontrei em meus últimos passeios na web:
Nota de falecimento
Um disco rígido resolve falecer e todo o sistema entra em luto por isso (mensagem do site Newshutch):

Mensagem de erro - Newshutch
Fim do mundo
Esta mensagem seria uma resposta da NASA sobre uma explosão de um ônibus espacial. Ao contrário disso, é a mensagem de erro de uma linguagem de programação (mensagem do site do Netbanking Banespa)

Mensagem de erro - Netbanking Banespa
Falha catastrófica? Nem mesmo o mais engraçado dos programadores poderia pensar em uma explicação tão brilhante como esta. Faltou somente imprimir na tela: “Huston, we have a problem!“
Software Livre•
em 25/12/2006•
Um artigo que conta a saga da compra de um notebook com Linux pré-instalado. Por Richard Sevenich e tradução por Paulino Michelazzo.
Aqueles que utilizam Linux e ocasionalmente viajam a trabalho estão muito motivados em adquirir um notebook. Eu o fiz em setembro de 1999 e penso que seria valioso compartilhar minha experiência. Agora é cada vez mais fácil instalar Linux em um notebook mas, naquele momento, eu estava com dúvidas na compra de uma máquina e me deparar com a incompatibilidade desta com o Linux. Depois de procurar encontrei um notebook com preço razoável e com Linux pré-instalado, a Nflux, The LinuxStore (que agora é da EBIZ). Aqui estão as especificações anunciadas:
| CPU |
AMD K6-2 3D 300 |
| Tela |
13.3″ XVGA (1024×768) TFT Color LCD |
| Memória RAM |
64 Mbytes |
| Placa de Vídeo |
Neomagic NM2160 128-bit, 2MB RAM |
| HDD |
4.3 Gbyte |
| Mouse |
Touchpad ps/2-compatible |
| CD-Rom |
24X |
| 3.5” Floppy |
1.44MB |
| Sistema de Som |
16-bit, microfone, (alto-falantes) |
| Portas de expansãomonitor, paralela, Fast irda, usb, etc. |
Também adquiri cartões PCMCIA de modem e rede Ethernet e outra bateria extra. Depois de tudo isto, o preço ainda estava abaixo dos US$ 1.800,00, muito razoável. O notebook foi pedido em 30 de setembro, sendo prometida a entrega depois de 5 dias úteis, sendo efetivamente entregue em meados de outubro, com um atraso muito normal para uma “compra por correio” de hardware, de acordo com minha experiência. A máquina que recebi trabalhou bem e eu estava muito contente com suas características e funcionalidade. De minha parte, adquiri um mouse tipo ps/2 de baixo custo por preferi-lo ao touchpad. Para o uso em casa, uma impressora foi facilmente configurada. Tudo estava funcionando imediatamente, excluindo dois pequenos detalhes:
- A máquina foi entregue com 32 Mbyte de RAM em lugar dos 64 Mbyte anunciados;
- O esquema de particionamento do disco não era o esperado.
Para o segundo ponto, eu podia e resolvi pessoalmente o problema.
Entrei em contato com a LinuxStore reclamando os 32 Mbyte de RAM faltantes e depois de um pequeno atraso, um chip de memória foi me enviado mas era errado (eram 8 Mbyte ao invés de 32 Mbye). Assim que entrei em contato novamente, obtive um número de RMA (Nota do tradutor: RMA: Autorização de Retorno de Material) e o enviei de volta. Depois de algum tempo recebi outro chip, desta vez de 128 Mbyte mas infelizmente era incompatível com minha máquina. Entrei em contato novamente, obtive outro RMA e enviei de volta o chip (notem que poderia ter “cortado” e “colado” o enunciado acima). A terceira vez foi uma maravilha, recebi o chip compatível, instalei-o e finalmente o notebook estava de acordo com as especificações. Era meados de março de 2000, haviam se passado aproximadamente seis meses desde meu contato inicial. Parte destes seis meses foram devido a razões relativas as minhas viagens mas, a maior parte dos atrasos atribuídos a empresa.
Apesar disto tudo, durante este tempo foi possível usar a máquina felizmente, levando comigo cuidadosamente em duas ocasiões em viagens de negócios. Foi incrivelmente útil e produtivo tê-lo ao lado. Estas foram viagens de capacitação nas quais fiz um curso introdutório de drivers de dispositivos (device drivers) do Linux. Nas tardes, depois do curso, foi possível revisar várias coisas que sugeriram durante o dia, muito útil.
Durante este cenário desconcertante dos 32 Mbyte de RAM, a empresa me prestou serviços corretos, (obrigado a Tiffany Johnson da LinuxStore). Por sorte, a máquina com 32 Mbyte de RAM funcionava suficientemente bem para minhas necessidades. Podia ter sido pior se a máquina não pudesse ser usada, coisa que se sucedeu logo após infelizmente. O monitor deixou de funcionar!, o notebook estava inutilizável assim entrei em contato novamente, obtive um número de RMA e enviei-o (cortar e colar de novo). O sistema de rasteio de envios da UPS (Nota do tradutor: UPS: United Parcel Service of America) indicava que o mesmo tinha sido recebido pela LinuxStore em 17 de abril. Várias semanas depois entrei em contato com a LinuxStore e pude averiguar que tinham enviado a máquina, por sua vez, ao fabricante e que não existia outra informação. Hoje é 23 de maio e minhas chamadas para a LinuxStore a fim de saber quando minha máquina será devolvida segue sem resposta. Preciso da minha máquina para uma próxima viagem, espero que apareça.
A funcionalidade de um notebook é algo maravilhoso de se ter caso necessite, e eu necessito. Esta máquina funcionou bem até apresentar problemas. No meu caso, o vendedor não foi o fabricante original do hardware o que causou etapas adicionais na resolução dos problemas, agregando tempo e incerteza nas respostas e apresentação de soluções. Não é um veredicto, mas o resumo dos fatos não são animadores:
- Máquina pedida em 30 de setembro de 1999;
- De acordo com as especificações anunciadas em meados de março de 2000
- Devolução a LinuxStore para reparação da tela em 17 de abril de 2000;
- Data de retorno do conserto: desconhecida, minhas perguntas a respeito não recebem resposta.
Compartilharei com vocês a resolução final em um artigo posterior na Linux Gazette.
Artigo original de Richard Sevenich ( rsevenic@netscape.net ). Tradução por Paulino Michelazzo.
Sem categoria•em 26/11/2006•
Dias atrás minha mãe veio com duas caixas de impressoras Lexmark da escola que trabalha. O governo municipal está equipando as escolas e enviou as ditas cujas no lugar das antigas. Como estou de mudança (novamente, meu Deus!!!), achou que estas caixas me serviriam.
Dando uma “geral” nas mesmas, eis que encontro em uma lateral um ser já conhecido. Um tux devidamente impresso indicando a compatibilidade da impressora com o sistema operacional do pinguim. Que coisa mais bonita de se ver!Segue a foto da caixa. O modelo da impressora é: Lexmark E232 Laser.