Governo

06 maio 09:27

SL em Timor Leste

Já está disponível o arquivo com a apresentação usada na palestra Reconstruíndo um país: o software livre na justiça de Timor Leste proferida no último dia 3 no ENSOL 2.0 - Encontro de Software Livre da Paraíba.

Algumas fotos do evento também já estão disponíveis clicando-se aqui e a palestra sobre CMS's aqui.

Para fazer o download do arquivo é necessário ser registrado no site. Se você não possui uma conta, clique aqui para saber como proceder. O arquivo em formato PDF se encontra anexo ao final desta página.

01 maio 10:47

Semana decisiva para o profissional de TI

Está em plenário o famigerado projeto de lei do ilustríssimo senador Expedito Jr. que regulamenta a profissão de analista de sistemas e outros bichos computeiros e cria o conselho regional de informática (CRI?). Na próxima terça-feira, se tudo não der certo, o PL vai ser votado em sessão ordinária pelos senadores. Entenda, o ordinário é voto simples mas o adjetivo pode também ser usado para o projeto que é ordinário em todos os sentidos.

De meu lado entrei em contato com algumas pessoas em Brasília que possuem alguma voz dentro do senado e das comissões para que o projeto seja revisto e possa ao menos ser trabalhado com mais calma e que atenda as necessidades de todos os profissionais da área de tecnologia sem criar mais uma forma de assaltar o bolso.

Não sabe do que estou falando? Leia meus dois artigos na coluna Linha de Data do Dicas-L. Eles podem ser acessados clicando-se aqui e aqui.

03 abr 17:18

Nivelando por onde?

Depois de quinze dias de comentários e mensagens que beiram o fanatismo, retomo o tema da regulamentação com mais alguns pontos passíveis de serem pensados na cama.

13 mar 17:22

Na marinha americana, só open source

Image By Tux Factory"Os dias da tecnologia proprietária chegam ao fim". Com esta frase Mark Edwards, vice-almirante da marinha norte-americana selou os dias do software (e hardware) proprietários dentro da instituição em um comunicado realizado em Vienna no último dia 5.

A decisão foi tomada por uma série de fatores que inclue, dentre outros, o controle do custo das operações de tecnologia e o desejo de ter as últimas (e melhores) opções em suas mãos. Mesmo dispondo de um orçamento que ultrapassa 127 bilhões de dólares, Edwards compara os mercados civil e militar onde no primeiro é possível muitas vezes arcar com altos custos de TI, o que não acontece no segundo. Em contrapartida no mercado corporativo é possível reduzir em até 90% os custos, o que não acontece dentro da instituição.

Para tentar segurar o galopante custo do modelo proprietário, a mais poderosa marinha do mundo com um efetivo de 463 mil soldados (123 mil na reserva), 280 navios e mais de 3700 aviões cortou o número de seus bancos de dados e aplicações e reduziu sua rede em 40%. Mas ainda é pouco para quem deseja dobrar a capacidade de TI nos próximos anos. Para isso, a solução é usar uma arquitetura aberta que permite o upgrade rápido e também o atendimento das novas demandas sem apertar o cinto. Dentro deste cenário somente o software livre e o open source ficam. Pior para as grandes multinacionais de software e também para aquelas de hardware que possuem a política de venda casada (hardware + software) que perdem um filão enorme de rendimentos que sempre foi considerado tão líquido quanto os mares por onde seus porta-aviões navegam.

Observação: o site da marinha hoje é feito em ASP. Aposto meia dúzia de cervejas que vai ser migrado para Drupal ;)

Fonte: FCW.com

03 mar 16:08

Um níquel de volta

Como um um sonho sai de temperaturas abaixo de zero e trinta centímetros de neve para torna-se um sucesso em todo o mundo? Será que podemos fazer o mesmo em temperaturas mais amenas com o software livre brasileiro? Leia aqui o mais novo artigo da coluna Linha de Data.

21 fev 11:08

Andando para trás

TV digital com trava? Será que estamos caminhando para trás? Leia o artigo desta semana da coluna Linha de Data.

02 fev 11:22

Instalar laptop? Onde?

Laptop da OLPCA Folha On-Line de hoje traz uma notícia meio sem pé nem cabeça. O governo federal cancelou o pregão para a aquisição de 150 mil laptops que seriam distribuídos nas escolas públicas do país devido o custo do aparelho que não chega nem perto dos US$ 100,00 da idéia inicial do projeto OLPC. Tudo bem, 100 doletas é algo meio complicado de se atingir, mesmo em larga escala, mas daí o preço chegar a US$ 360,00, algo está errado (e muito). Será que é por causa da tal "instalação" e da "configuração" necessária? Vamos ver.

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